content='width=device-width, initial-scale=1' name='viewport'/> Saudações guerreiros amantes da bélica arte! Trago hoje a biografia da banda de death metal mortos do estado do Maranhão que executa um som crú e técnico com a temática lírica baseada em absurdos causados pela religião e o conflito entre seres humanos. Segue... Pular para o conteúdo principal

Saudações guerreiros amantes da bélica arte! Trago hoje a biografia da banda de death metal mortos do estado do Maranhão que executa um som crú e técnico com a temática lírica baseada em absurdos causados pela religião e o conflito entre seres humanos. Segue...


Saudações guerreiros amantes da bélica arte! Trago hoje a biografia da banda de death metal mortos do estado do Maranhão que executa um som crú e técnico com a temática lírica baseada em absurdos causados pela religião e o conflito entre seres humanos. Segue...

A banda Mortos é uma das formações mais longevas e respeitadas do metal
extremo no estado do Maranhão, representando a cidade de Imperatriz em
palcos de diversas regiões do Norte e Nordeste do Brasil. Com 20 anos de
trajetória ininterrupta, a banda construiu uma sólida base de fãs e um
repertório autoral que trata de temas políticos, filosóficos e sociológicos sob
uma perspectiva crítica e contestadora — marca registrada da cena
underground.

 Line Up
 Bruno Aguiar (Bateria)
André Cavaignac
(Baixo/Vocal)
 e Ruhan Saldanha (Guitarra/Vocal).

A Mortos nasceu em Imperatriz e atua fortemente na cidade como agente
articulador da cena cultural alternativa, organizando, apoiando e
participando de eventos independentes, festivais, oficinas e encontros que
envolvem músicos, artistas visuais, produtores e ativistas da cultura
underground. A banda já se apresentou em escolas públicas, centros
culturais, casas de show e espaços abertos, sempre promovendo o acesso à
música autoral como forma de expressão cultural e resistência. A seguir,
registros de alguns momentos de atuação da MORTOS na promoção da
cena de Imperatriz-MA ao longo dos últimos 20 anos.


Originária do coração pulsante do underground brasileiro, a banda Mortos
nasceu com um único propósito: forjar um Death Metal técnico, agressivo e
visceral, capaz de desafiar os limites do que se entende por música extrema
Com influências de gigantes como Cannibal Corpse, Morbid Angel e Death, a
Mortos se mantém fiel ao som brutal e impiedoso, mas mergulha ainda mais
fundo em temáticas filosóficas e históricas que abordam a degeneração da
civilização e os instintos primitivos que habitam o homem moderno.
Lançada em 2006, a demo Descendants of Cain's Furye o EP Homo Hamini
Lupus, de 2009, rapidamente conquistaram um público fiel, sendo
considerados por muitos como alguns dos trabalhos mais consistentes
dentro do Death Metal da época. A demo aborda em sua lirica os absurdos
causados pela religião e o conflito entre seres humanos por personagens
ficticios e teologias covardes. O EP, em particular, não só se destaca pela sua
produção mais refinada, mas também pela força de sua temática - uma
análise crua e sem concessões sobre como o homem, supostamente
civilizado, ainda perpetua comportamentos animalescos, movidos pela
mesma violência instintiva que caracteriza as espécies mais primitivas.
Ao abordar a condição humana com o suporte de grandes filósofos como
Hobbes e Locke, a banda questiona o papel do homem dentro de sua própria
evolução, analisando desde as estruturas politicas de poder até as guerras e
regimes totalitários. A célebre frase de Hobbes, "O homem é lobo do
homem, serve como ponto de partida para essa reflexão, que explora as
contradições da civilização: a busca pelo poder e a obediência a forças
maiores, a instabilidade emocional e a perpetuação de um ciclo de
destruição.
A Mortos prepara o lançamento do seu primeiro full-lenght, intitulado "The
Antichrist, que será um álbum conceitual, sobre o livro de Nietzsche de
mesmo nome. O album não se limita apenas a sua agressividade sonora.
As letras, densas e imersivas, desafiam o ouvinte a questionar as
convenções de moralidade e a natureza da violência humana. Com um som
que vai da brutalidade crua à cadência melancólica e convidativa ao
headbanging a banda traz à tona uma obra não só de destruição, mas de
reflexão. E assim, no circuito underground, a Mortos segue sua trajetória,
desafiando não apenas os limites do Death Metal, mas também os próprios
limites do pensamento humano.