A EdM é fruto de uma árvore genealógica caótica, construída na base da insistência e da sobrevivência. Quem começou a bagunça foi Türkø, junto com Vini, Ema no baixo e Charles na bateria. A bada foi mudando de forma, mas nunca de ideias. Depois da saída da Ema, entrou Fabi, mais tarde Henrique, a bateria virou território de guerra: Raposão, o retorno do Charles, depois Renato, Sequela, até chegar o Murilo, que segurou o peso entre 2017 e 2019/20 daí veio o Tijolo, assumiu as baquetas até o mundo parar na pandemia.
No retorno pós-COVID, o caos se reorganizou: Rato no baixo, Barata na bateria, Türkø no vocal e Tijolo dividindo guitarra e grito. Vieram mais trocas, Paolo segurou a guitarra, Lédis assumiu a bateria após a saída do Barata, e a banda seguiu em trio, enxuto e armado.
Em 2025, o front ganhou novo gás com Raul na guitarra e Miguel no baixo, ambos vindos do Café Preto Sem Açucar.
Musicalmente, o som veio do Hardcore, atravessou o Punk, sujou com Oi!, hoje transita pelo D-beat Crust, sem maquiagem, sem técnica limpinha e sem perdão, a banda já tocou com bandas como Cólera, City Rats, Acidez, Juventude Maldita, Lixomania, Desastre, Surra, Test e muitas outras desgraças sonoras.
A EdM nunca economizou energia no combate ao fascismo, na luta contra o sistema, na denúncia da repressão policial, da desigualdade e da hipocrisia social. Letras com ataque direto, críticas ao autoritarismo e imposições de uma sociedade podre, postura de quem sabe exatamente de que lado está.
Formação atual: Türkø – vocal
Raul – guitarra
Miguel – baixo
Lédis – bateria
O material está espalhado pelas plataformas digitais, SoundCloud, reverbnation, Spotify, Bandcamp.