POSTHUMOUS - Criciúma-SC, desde 1993 trilhando o caminho da Cena Metálica Extrema Brasileira com honra e respeito ao Metal Negro. Incorporando elementos que vão do mais Tradicional Heavy Metal ao mais sujo e odioso Black Metal....
Saudações adoradores da velha chama! Conversei com o brother Ricardo Posthumous e hoje conto para o mundo a história dessa clássica e brutal banda do nosso underground Brasileiro que há mais de 30 anos vem trazendo respeito no metal negro incorporando elementos que vão do mais Tradicional Heavy Metal ao mais sujo e odioso Black Metal, segue!
Formado em 1993 na cidade de Criciúma-SC, o POSTHUMOUS tem em seu som riffs marcantes e pesados, agressividade, velocidade e partes melódicas que inseridas em meio ao caos forjam o que pode ser chamado de Necro/Death/Black Metal.
Sua 1ª Demo Tape, auto-intitulada “Posthumous”, foi lançada em 1994, registro esse que fez o nome da banda começar a ficar marcado no cenário nacional, tendo recebido ótimas críticas em zines/revistas, mantido contato com bangers e bandas de todo o Brasil e participado de muitos shows pela região.
No ano de 1996 o POSTHUMOUS entrou em estúdio e gravou 10 músicas, sendo 9 inéditas e a regravação de uma música da 1ª Demo Tape. Dessa gravação foram retiradas 5 músicas e em 1997 lançada a 2ª Demo Tape “Lust Upon The Altars Of Blasphemy”. Este foi sem dúvida o mais importante lançamento da banda, fazendo o nome POSTHUMOUS cruzar fronteiras e obter reconhecimento no exterior.
Em 1998 participaram da coletânea “Sometimes Death Is Better” da gravadora Belga “Shiver Records”, com a música “Splendour On Fire”, retirada da gravação de 1996.
Ainda em 1998 a banda entrou em estúdio para a gravação de seu 1º álbum e em 1999 “My Eyes, They Bleed” foi lançado pela gravadora Evil Horde Records, com mixagem de Eduardo Martinez (Panic/Hangar) e contendo 10 músicas próprias e 1 cover de “Christ’s Death” do Sarcófago.
No mesmo ano de 1999 foi lançada a coletânea Planet Metal (Vol.9), contendo grandes bandas do Metal nacional e internacional. O POSTHUMOUS participou com a música “Kitabul-Maitim” do álbum “My Eyes, They Bleed”.
No ano seguinte foram convidados a participar de um tributo ao Motörhead e entraram em estúdio para gravar “Go To Hell”, fazendo parte do “Motörmorphosis - A Tribute To Motörhead”, lançado pela gravadora Alemã Remedy Records em 2001.
Ainda no ano de 2001 foi lançado pela Cogumelo Records o “Tribute To Sarcófago” e o POSTHUMOUS fez parte com o cover de “Christ’s Death” gravado em 1998 e constante no álbum “My Eyes, They Bleed”.
Em 2005 mais uma vez a gravadora Alemã Remedy Records fez um convite para participarem de um tributo, dessa vez ao Running Wild e neste mesmo ano foi lançado “The Revivalry - A Tribute To Running Wild”, participando com a música “The Phantom Of Black Hand Hill”.
Então no mesmo ano de 2005, após 13 anos de atividade ininterrupta, o POSTHUMOUS entrou em sua tumba para descansar; e só foi levantar em 2016, quando ouviu um chamado infernal para gravar um clássico do Bathory, “Reaper”, música que fez parte do “Anthems of Blood, Fire & Death: A Brazilian Tribute to Bathory” lançado em 2018 como um 7” EP pela Misanthropic Records.
Em 2018, enquanto se preparava para as gravações de seu segundo álbum, foram convidados pela gravadora Anglo-Brasileira Secret Services Records para participar com a música “Riff Raff” do “For Those About to Brazil - The Brazilian Tribute to AC/DC”.
Durante as gravações do segundo álbum em 2019, surgiu a oportunidade através da gravadora Hammer of Damnation Records, de um lançamento importantíssimo para a história da banda, uma compilação de toda a sua história em um álbum duplo. E assim foi lançado em 2020 com a capa criada pelo renomado Marcelo Vasco, “The Frightening Cold Tomb (Compendium Mortis)”, edição comemorativa do debut álbum "My Eyes, They Bleed" em um Luxuoso Digipack Duplo, contendo no disco 01 o álbum na íntegra todo remixado e remasterizado e no disco 02 as duas Demo Tapes, as 6 músicas gravadas em 1996 que nunca tinham sido lançadas e todos os covers gravados para os Tributos.
Ainda em 2020 o Posthumous foi chamado novamente pela gravadora Anglo-Brasileira Secret Services Records para participar do “Somewhere in Brazil...The Brazilian Tribute to Iron Maiden” com a música “The Evil That Men Do”.
Então em Março/2021, 22 anos após o seu début, é lançado pela Hammer of Damnation Records o tão esperado novo álbum, “Unholy Ceremony” contendo 9 músicas inéditas do mais puro Necro/Death/Black Metal, numa versão slipcase luxuosa com acabamento hotfoil dourado e encarte de 16 paginas. A gravação/mixagem/masterização ficou a cargo de Sebastian Carsin (Estúdio Hurricane), a capa mais uma vez por conta do excelente Marcelo Vasco e todo o layout por Luis Lozano (Lucifer Rising).
Neste momento, Março/2026, 5 anos após o lançamento de “Unholy Ceremony”, Posthumous se encontra em estúdio gravando o seu sucessor, detalhes virão em breve.
POSTHUMOUS - 33 ANOS
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